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Autofoco: você sabe como funciona e quando usar? Descubra aqui!

Escrito por Paixão Câmeras

Ganhar mais segurança quando se está aprendendo a fotografar e mais autonomia em determinados tipos de cliques. Essa pode ser a definição que vai ajudá-lo a entender o autofoco — função de uma câmera fotográfica que foca sozinha um objeto em primeiro plano.

Neste artigo, vamos explicar como ele ajuda a ter mais controle no resultado final da imagem, quais os tipos de autofoco existem e em que situações é desaconselhado.

Se você quer conhecer a função e ganhar mais qualidade nos cliques, continue lendo e aprenda já!

Entenda o que é autofoco

Mostrar com nitidez um ponto da imagem que se quer chamar atenção. Esse é o conceito de foco, com o qual os fotógrafos trabalham e vão aprimorando ao longo da carreira e com o tipo de fotografia que produzem.

Em um primeiro momento, sem muita experiência, é possível usar a função autofoco de uma câmera para produzir imagens com o foco automático. Ou seja, ela vai dar destaque para o ponto da imagem que estiver em primeiro plano e dar mais controle sobre o resultado final do clique.

Mas a função não é dedicada apenas a fotógrafos menos experientes. Também pode ser usada para determinados tipos de cliques cujo foco manual é mais difícil, como na hora de fotografar elementos em movimento. 

Conheça os tipos e como usá-los

Para acionar o sistema de autofoco, basta pressionar o botão do disparador pela metade para que a câmera acione o foco automático para determiná-lo. Ele pode ser feito de três modos:

  • disparo único: ocorre quando o foco é feito uma vez só para um único clique. É usado para clicar elementos parados;
  • disparo contínuo: ideal para clicar objetos em movimento. Faz-se o foco e é como se a câmera acompanhasse a trajetória do elemento fotografado, ajustando automaticamente;
  • disparo automático: aqui a própria câmera determina se o elemento fotografado está parado ou em movimento e indica o melhor modo de focagem.

Saiba quando o autofoco não deve ser usado

O sistema inteligente de detecção de uma câmera fotográfica pode ser muito útil, mas nem sempre funciona bem. Isso porque, em dadas situações, pode “ficar confuso” e não conseguir cumprir bem a missão. Veja algumas delas.

Luz insuficiente

Quando a situação a ser fotografada envolve baixa quantidade de luz, a câmera tem dificuldade para definir um ponto de foco, e o automático não vai conseguir “enxergar” de forma satisfatória.

Baixa profundidade de campo

A máquina também terá problemas quando a profundidade de campo é muito reduzida ou em casos de uso de lentes macro. O autofoco “se confunde” e não consegue eleger qual elemento deve ficar em primeiro plano,pois tudo parece estar igual.

HDR

Se você quer fazer uma HDR (High Dynamic Range ou fotos de Grande Alcance Dinâmico, com as mais altas taxas de luz e sombra), você precisará desligar o foco automático. Para obter esse efeito, terá que fazer vários cliques da mesma cena com exposições diferentes e com o mesmo ponto focal. Mas ninguém garante que vai obter o mesmo ponto com o autofoco.

Através de vidros

Aqui também temos mais uma situação que pode confundir o autofoco por causa do reflexo da imagem. Ele poderá ficar perdido entre focar na imagem real e na que é refletida. 

Como vimos, o autofoco pode ser uma grande aliado dos fotógrafos em início de carreira ou em situações em que eles não podem controlar o foco da imagem. Mas esse achado da fotografia moderna também tem limitações, como em casos em que o sistema não consegue determinar com precisão e “se perde”. Fora isso, pode ser um grande aliado das suas fotos. É aprender a usar e aproveitar o que de melhor a tecnologia tem a oferecer.

Agora que você já sabe tudo sobre autofoco, que tal conhecer mais sobre a Nikon Speedlight SB-5000 / SB-700?

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Paixão Câmeras

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